Eu e 39 pistas.

Posted by Daisuke | Livros | Wednesday 1 September 2010 9:47 pm

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Ultimamente tenho lido MUITOS livros, então venho mais uma vez falar de outra série de livros pela qual estou apaixonado.

A série se chama “The 39 Clues”, e logo de cara já chama a atenção por uma característica: Cada um de seus dez livros é escrito por um autor diferente.  The 39 Clues é best seller do The New York Times e foi idealizada por Rick Riordan, autor do primeiro livro, “O Labirinto de Ossos”, mais conhecidos pela série (que eu AMO) Percy Jackson e os Olimpianos.

Riordan, ao terminar de escrever o primeiro livro, deixou a continuação em aberto para outros autores. Como os personagens principais viajam para várias partes do mundo, ele achou que fosse uma ótima ideia repassar a história para outros autores que tivessem um conhecimento maior de lugares que ele mesmo ainda não chegou a conhecer.

A história é dos irmãos órfãos Amy e Dan Cahill, de 14 e 11 anos respectivamente. Os dois possuem uma tia de tutora, Beatrice, que parece só estar com eles por algum interesse desconhecido. Beatrice deixa os coitados jogados em um apartamento e está sempre contratando “au pairs” para cuidarem deles em seu lugar, já que ela está sempre ausente.

A única alegria dos irmãos é a avó Grace Cahill, a quem eles sempre visitam nos fins de semana. Apesar da grande relação de afeto entre avó e netos, eles sempre se perguntaram o porque de Grace não ter os adotado após a morte de seus pais em um misterioso incêndio. Mas de repente, Grace acaba morrendo, vítima de um câncer. É aí que a vida dos dois está presetes a sofrer uma grande reviravolta.

Após o testamento de Grace ser aberto, Amy e Dan se vêem em um grande dilema: escolher receber1 milhão de dólares ou aceitar um grande desafio proposto por Grace à todos os membros da família Cahill presentes em seu enterro: receber a primeira de 39 pistas que os levarão ao maior tesouro da face da Terra. Diante de certas circunstâncias, os dois vêem que aceitar o desafio é a melhor escolha, e assim tudo começa.

Com a primeira pista, os irmãos vão em busca das outras que estão ao redor do mundo. Para ajudar nessa busca, eles contam com a ajuda de Nellie Gomez, a atual “au pair” deles, e também a que aguentou o serviços mais tempo sem pedir demissão. Nellie é uma garota um tanto revoltada coberta de piercings e tatuagens, que não está aí pra nada. Ela vê nesse desafio uma oportunidade de conhecer o mundo, enquanto os irmãos precisam da ajuda de uma pessoa de maior para viajar, e a vantagem é que Nellie também é poliglota.

Ao decorrer da história, Amy e Dan descobrem que a Família Cahill é bem maior do que imaginavam: grandes nomes da história mundial fizeram parte dela e alguns estão envolvidos nas buscas pelo grande tesouro desconhecido, que é desejado desde a antiguidade. Então é claro que dessa vez  em busca das pistas também se encontram muitos outros membros da família, que é dividida em quatro clãs: Lucian, Janus, Ekaterina e Tomas. E nenhum deles está pra brincadeira. Aí já podem imaginar, será uma grande corrida pelo mundo que não vai ser nada fácil, e ninguém pode confiar em ninguém.

Durante a história, a ação é constante, Amy e Dan não param nunca, são muitas traições, conspirações e vários enigmas a serem desvendados, então dificilmente o leitor terá algum daqueles momentos de tédio que o deixa empacado no livro. A comédia também é outro lado bem explorado, não há como não rir com as piadas de Dan e com o gato de Grace, Saladin, que acaba ficando também com os irmãos.

A leitura é rápida, muito boa principalmente para quem tem pouco tempo como eu. Cada livro tem em média 200 páginas. Por causa disso, os ambientes não são muito bem descritos, mas isso é o de menos, aliás, eu particularmente prefiro descrições rápidas e dinâmicas assim à descrições cansativas que falam de cada detalhe do ambiente e da situação. A liberdade de imaginação é bem maior. A mudança de estilo entre um livro e outro (já que cada um é escrito por um autor) é bem sutil,e não atrapalha em nada a história. E o legal é que assim conhecemos o estilo de um autor novo a cada livro.

A parte visual também é muito bonita. Enquanto as capas originais americanas trazem apenas desenhos de objetos encontrados pelos personagens durante o livro, para as brasileiras, o ilustrador Renato Alarcão fez desenhos exclusivos incríveis para elas! Além disso, quando os irmãos encontram pistas mais importantes, desenhos delas são incluídos nas páginas do livro.

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Capas brasileiras.

The 39 Clues é uma série infanto-juvenil mas que encanta leitores de todas as idades. Não digo isso porque não quero falar que estou lendo um livro para uma faixa etária menor, não ligo pra isso, mas é o que eu realmente senti pela história, qualquer um pode ler MESMO.

A leitura dessa série vale muito a pena, quem ler não irá se arrepender, é viciante, você acaba cada livro ansiosíssimo pelo próximo. Vale a pena citar que devido ao seu grande sucesso, os direitos da série já foram comprados pela empresa DreamWorks SKG, para que Steven Spielberg a leve para as telas do cinema.

Até o momento foram lançados no Brasil os 4 primeiros livros pela Editora Ática, com o lançamento do 5° marcado para o fim de setembro. O ritmo de lançamento tem se tornado rápido por aqui, desde o 2° volume cada livro foi lançado com um intervalo de apenas 2 meses. Já nos EUA o último livro acaba de ser lançado agora pela editora Scholastic, no dia 31 de agosto.

Os 10 livros:

1. O labirinto de Ossos (The Maze of Bones) – Rick Riordan
2. Uma nota errada (One False Note) – Gordon Korman
3. O ladrão de Espadas (The Sword Thief )– Peter Lerangis
4. Além do Túmulo (Beyond the Grave) – Jude Watson

5. The Black Circle – Patrick Carman
6. In Too Deep – Jude Watson
7. The Viper’s Nest – Peter Lerangis
8. The Emperor’s Code – Gordon Korman
9. Storm Warning – Linda Sue Parck
10. Into the Gauntlet – Margaret Peterson Haddix.

Os livros podem ser encontrados na Loja online da Saraiva, com média de preço de R$29 para cada volume. Antes de comprar você pode ler os dois primeiros capítulos do primeiro livro no site oficial em português: http://www.the39clues.com.br

Eu e músicas nostálgicas.

Posted by Daisuke | Animesong | Sunday 29 August 2010 4:54 pm

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Dia desses (pra não dizer ontem), tava sem o que ouvir. Aí, falando com os amigos sobre nostalgia no MSN, fui fuçar em algumas pastas e uns CDs velhos aqui com algumas anisongs antigas, e resolvi ouvi-las. Não sei descrever se essa nostalgia é boa ou ruim, porque por um lado, essas músicas me lembram momentos especiais e tal, e isso é legal, mas por outro lado, não dá pra voltar no tempo. Mas não fico triste, muito pelo contrário, até gosto dessa sensação, então acaba sendo mais bom do que ruim.

Era a maior alegria chegar em casa do colégio e ficar esperando ansiosamente começarem os animes na parte da tarde do Cartoon Network e a noitinha na extinta Fox Kids. Umas das músicas desses animes que mais me marcaram foram 1/3 Junjou na Kanjou, do SIAM SHADE, encerramento de Rurouni Kenshin (Samurai X), Sono Mama no Kimi de ite da Yuko Nitou e Midnight Blue do KISS ME KICK, ambos de Patlabor, Just Communication do TWO-MIX, abertura de Gundam Wing e, mais recente, a versão em inglês de Brighter Side, da banda SaGa, abertura de Viewtiful Joe e Grow-Up do Hysteric Blue, abertura de Gakkou no Kaidan (Histórias de Fantasmas). Fiquei horas e horas ouvindo elas ontem.

Aí isso me fez pensar em uma coisa: Quais músicas que ouço atualmente, que quando eu ouvir mais no futuro, vão me lembrar desses dias? Consegui pensar em 2, que ando ouvindo ou ouvi bastante recentemente: Uma é Angel Night, cover pela Shoko Nakagawa da mesma música do PSY.S, abertura de City Hunter 2. Apesar de ser uma música antiga, só fui ouvir pela primeira vez quando a Shokotan lançou ela em seu  3°álbum de covers. Outra é Fast Forward, do MONKEY MAJIK, abertura do mais recente Nurarihyon no Mago.

E como sei que todo mundo tem alguma música que te faz lembrar de algum momento que passou, e vocês? Que música estão ouvindo atualmente e acham que vão fazer lembrarem desses momentos mais tarde? Não precisam se anisongs como as minhas, pode ser qualquer coisa! Comentem aí o/

Eu vou ficando por aqui, depois desse post todo trabalhado no sentimento, volto à programação normal no próximo.

Eu e a Flavia de Luce.

Posted by Daisuke | Livros | Wednesday 25 August 2010 7:53 pm

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Este é meu primeiro post sobre algo não-relacionado à cultura japonesa. Quero falar sobre um livro que li faz pouco tempo, e que tenho recomendado muito.

As Crônicas de Flavia de Luce (The Buckshaw Chronicles, no original), é uma série de romances policiais do escritor canadense Alan Bradley que chegou ao Brasil recentemente, mas que é bastante famosa lá fora, estando presente na lista de livros mais vendidos do Amazon, da Times e do New York Times. O primeiro livro, do qual vou falar, Flavia de Luce e o Mistério da Torta (The Sweetness At the Bottom of the Pie, no original), rendeu ao autor o prêmio Agatha Awards 2009, na categoria Melhor Romance de Estréia.

O Mistério da Torta foi lançado aqui no comecinho de maio, e logo me chamou a atenção. Desde então venho o recomendando bastante pra todo mundo que me pergunta sobre algum livro. O motivo é que como brasileiro gosta muito de decidir qual livro ler pela capa, a maioria provavelmente já torce o nariz ao ver a deste livro. Apesar de muito bonita (mil vezes mais do que a original), é um tanto infantil, e isso dá uma ideia errada a quem pensa em comprar. As pessoas acabam perdendo a oportunidade de conhecer uma história maravilhosa devido a isso.

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Capa original | Capa brasileira

Mas vamos ao livro. A história se passa na década de 50, na Inglaterra pós-guerra. Flavia de Luce, uma menina de 11 anos, orfã de mãe e um tanto quanto anti-social, vive em Buckshaw, uma mansão em estilo vitoriano, junto com seu pai, Coronel De Luce, e duas irmãs mais velhas, Ophelia e Daphne.

Flavia é uma garota aficcionada por química, e passa boa parte de seu tempo trancada em seu próprio laboratório estudando vários tipos de venenos, sua parte preferida da química. Seu pai se tornou um homem fechado desde a morte de Harriet, a mãe de Flavia, e passa maior parte do tempo trancado em seu escritório cuidando de sua coleção de selos. Ophelia, a irmã mais velha, é musicista, enquanto Daphne, irmã do meio, é viciada em livros. As duas, principalmente Ophelia, sempre estão arranjando um jeito de atormentar Flavia, que por sua vez, está sempre fazendo uso de seus venenos contra as duas.

Na mansão também vive o jardineiro Dogger, que na época da guerra foi um soldado companheiro do Coronel De Luce. Ele vive atormentado pelo seu passado e, por conta disso, muitas vezes tem surtos e perde a razão. Flavia o considera seu melhor amigo. Também conhecemos a Srta. Mullet, a péssima cozinheira da mansão.

É nesse cenário que, certo dia, a família de Flavia recebe em sua porta um pássaro Blackjack morto com um selo preso em seu bico, que deixa o Coronel de Luce muito assustado, sem ninguém saber o porque. Ainda no mesmo dia, Flavia presencia uma discussão entre seu pai e um homem estranho, e logo no dia seguinte ela encontra o mesmo homem caído no quintal da mansão, que acaba morrendo em seus braços. Agora Flavia  vai precisar contar somente com suas habilidades investigativas, com sua bicicleta Gladys e vai até colocar sua vida em risco para  tentar desvendar um grande segredo e provar a inocência de seu pai.

“Eu gostaria de poder dizer que meu coração ficou chocado, mas ele não ficou. Eu gostaria de poder dizer que meu instinto foi sair correndo, mas isso não seria verdade. Em vez disso, fiquei olhando maravilhada, saboreando cada detalhe: os dedos se agitando levemente, a quase imperceptível turvação bronze metálico que aparece sobre a pele, como se, diante dos meus próprios olhos, ela estivesse sendo bafejada pela morte. E, então, a quietude total. Eu gostaria de poder dizer que fiquei com medo, mas não fiquei. Muito pelo contrário. Aquela era, de longe, a coisa mais interessante que acontecera em toda a minha vida.”

O livro é narrado em primeira pessoa. Flavia conta a história de forma bem engraçada, e detalhes não faltam em suas descrições. Ao acompanhar sua jornada solitária, o leitor torce, sofre, sente medo junto com ela. Arrisco a dizer que é a personagem mais cativante que já conheci. Ao terminar o livro, é até estranho vê-la como personagem de um livro, você sente como se Flavia fosse uma amiga.

A história começa bem calma, com Flavia contando mais sobre seu dia-a-dia com a família e no laboratório. Ela usa muitos termos químicos, o que a primeira vista pode parecer estranho e desnecessário, mas com o tempo, parece que se ela não incluir um comentário envolvendo química na narração da história, não parece a Flavia falando. E olha que eu odeio química!

A trama engrena rápido, é muito bem construída, e se torna cheia de reviravoltas. Muitos outros personagens são apresentados no decorrer dela, e qualquer um é considerado suspeito.

Flavia De Luce e o Mistério da Torta é bem um daqueles livros em que você começa a ler e não consegue parar mais, pelo menos pra mim. E mesmo sendo uma série, ao terminar um volume, você não precisa esperar o lançamento do próximo para continuar a história, já que cada livro conta uma história fechada, mais ou menos como as histórias de Poirot da Agatha Christie, ou mesmo Sherlock Holmes.

A série já foi traduzida em mais de 27 países, e possui até o momento 2 volumes lançados lá fora, com previsão de lançamento do 3° volume para março de 2011, sendo que já foram anunciados 6 livros. Por aqui, por enquanto só temos o primeiro volume, que possui 352 páginas, lançado pelo selo ARX da Editora Saraiva. É um pouco cedo para esperar um novo volume aqui no Brasil, mas com uma personagem dessas, é meio impossível não ficar ansioso!

Pra quem tiver se interessado, segue abaixo um book-trailer muito legal feito para o lançamento do livro na Noruega, é muito bem feito (embora a Flavia do vídeo não tenha as características correspondentes à Flavia descrita no livro XD):

Acesse o site oficial em inglês clicando aqui, e no site brasileiro, você pode ler o primeiro capítulo, em que não acontece muita coisa, mas dá pra conhecer pelo menos a Flavia =D

O livro está custando R$39,90, e você pode comprá-lo no site da Saraiva clicando aqui.

Eu e o Momoiro Clover.

Posted by Daisuke | J-Music | Tuesday 24 August 2010 10:37 pm

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Já perceberam ultimamente como os idol groups tem chovido mais do que o normal no Japão? Quem acompanha o cenário idol japonês certamente já percebeu. Depois que o Morning Musume foi começando a perder a popularidade, os grupos, apesar de ainda estarem lá, foram ficando meio escondidinhos. E em 2005 surgiu mais uns desses, o AKB48. Elas começaram como qualquer idol group da época, até chegarem no ponto em que estão hoje, o grupo feminino mais famoso e que mais vende atualmente no Japão.

Com esse “boom” do AKB, agora vemos gravadoras cada vez mais desesperadas em lançar novos grupos para alcançar o mesmo sucesso, e alguns grupos como TOKYO GIRLS STYLE, SUPER GIRLS e Momoiro Clover foram surgindo. E é esse terceiro, o Momoiro Clover que eu quero apresentar.

O grupo atualmente possui 6 integrantes. Elas debutaram em agosto de 2009 por uma gravadora indie, com o single “Momoiro Punch”, e após lançarem o 2° single independente, elas assinaram com a gravadora Universal para lançar seu primeiro single major em 05 de maio desse ano, “Ikuze! Kaitou Shoujo“. O single atingiu o 1° lugar do Oricon em seu dia de estréia, e vendeu o total de 26 mil cópias. Depois do single, elas novamente trocaram de gravadora, agora as meninas estão dentro da KING RECORDS, gravadora que por sinal, é a mesma do AKB48.

Eu ouvi falar delas pouco tempo antes do lançamento de “Ikuze!”. Mas confesso que passei batido, nem pensei em ouvir o single. Só fui baixar o mesmo hoje. Me surpreendi com o single, adorei principalmente a música-título. Da primeira vez em que você ouve ela fica na cabeça e não sai mais. Viciei tanto, que como podem ver, resolvi mostrar elas aqui no blog hoje. Já aviso, aqueles que não gostam de grupos idols em geral e preferem “música de verdade”, não vão curtir XD. Aí vai o PV de “Ikuze! Kaitou Shoujo”, do Momoiro Clover:

Quem quiser conhecer as integrantes uma por uma, dá uma passada no site oficial clicando aqui.

Eu e HIGH SCHOOL OF THE DEAD

Posted by Daisuke | Animesong, J-Music | Monday 23 August 2010 9:24 pm

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Nessa temporada, se tem um anime que eu acho que vem chamando bastante a atenção de todo mundo, é HIGH SCHOOL OF THE DEAD. Sério, tenho visto várias pessoas que nem tem o costume de ver animes, baixando essa série.

Eu conheci HOTD não muito antes de todo esse pessoal, pra ser sincero a primeira vez que ouvi falar do título foi quando a Panini anunciou o lançamento do mangá. De início aconteceu comigo o que provavelmente aconteceu com quase todo mundo quando leu o plot, achei bem clichê. Mas no ponto que meu vício tá, as vezes acabo nem ligando pra isso, então taquei logo no carrinho o primeiro volume.

Quando li, me surpreendi. Apesar de parecer clichê no início e do excesso de cenas ecchi, por um lado HOTD acaba sendo único. As cenas ecchi são bem encaixadas, sem que a história pare só pra elas serem mostradas, e a história de pega de jeito, você sente junto com os personagens, e acaba sendo quase impossível não ler o volume inteiro de uma vez só. Com o anime não foi diferente, ele é super fiel ao mangá, pelo menos até onde vi. Só que com o pouco tempo que tenho, resolvi parar e ficar só com o mangá. Mas o recomendo a todos, principalmente pra quem não quer gastar dinheiro com os mangás.

Só que o HIGH SCHOOL OF THE DEAD que quero mostrar aqui não é bem esse que falei aí em cima. A música de abertura do anime, cantada por KISHIDA KYODAN & THE AKEBOSHI ROCKETS, tem o mesmo nome. Quando ouvi, não gostei logo de cara. Mas durante os 5 episódios que assisti a música foi crescendo e me viciando. É uma faixa de rock excelente, e já considero HOTD o anime com a melhor trilha sonora da temporada. Tá, não tô pegando muita coisa dessa temporada, então não posso dizer que é A MELHOR. Mas dos animes que estou vendo, a de HOTD é a melhor delas. Tá aí a abertura e a música completa (vale a pena ver os dois, a sequencia de abertura é muito bem produzida também):

Eu e o recomeço.

Posted by Daisuke | Blog | Sunday 22 August 2010 11:32 pm

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Olá!
Bom, como podem ver, estou recomeçando o blog do zero. O que acontece é que quando eu fiz o unnamed world, não era pra ele acabar como estava, quase que como um blog informativo. A ideia inicial foi  fazer um blog pra postar sobre as coisas que eu gosto, sejam elas atuais, antigas, música, mangás, animes, livros, enfim, tudo que me interessar e eu estiver afim de falar sobre. Mas eu acabei ficando preso a estar sempre informando o que estava sendo lançado e o negócio estava quase que se tornando um compromisso, e cara, esse não era meu objetivo inicial.

Então resolvi reiniciar ele. Na verdade a idéia era fazer um outro blog, mas como eu tava me incomodando com o que eu tava fazendo aqui, liguei o FODA-SE e deletei tudo, cabô. Aproveitei o espaço e o domínio porque né, dinheiro e tempo são preciosos.

Como eu disse, vou voltar à minha ideia inicial, falarei sobre as coisas que eu gosto, artistas novos que conheci, um filme ou anime que estou vendo, algum mangá ou livro que estou lendo, um jogo que estou jogando, minhas compras, ou qualquer outra coisa que me der na cabeça. Só não muita coisa sobre a minha vida porque ela é BEM monótona e acho que se dependesse disso o blog só teria esse post aqui, hahaahaha XD

Quanto ao formato anterior do blog, nunca tive muito interesse em ver quantas pessoas o acompanhavam, então nem sei o tamanho do público que entrava aqui. Mas se você é um que contava só com o blog pra ter informações sobre os artistas, vai ter que se esforçar um pouquinho mais pra consegui-las sozinho agora.

Não quero ter um blog grande ou ser popular, pra falar a verdade, pouco me importa se o movimento aqui vai ser menor do que antes ou não. Os poucos que continuarem acompanhando serão sempre benvindos e é isso que importa. Estou fazendo algo que se adapta melhor ao pouco tempo que tenho, e que é do jeito que eu gosto, sem compromisso. Pode ser que saiam dois posts no mesmo dia, ou tenha um intervalo de um mês entre um post e outro. Vai sempre depender do tempo e da minha vontade de escrever.

Enfim, é isso =D